Pedro, Filho amado, hoje sei o quanto és importante para mim e para a minha vida... Levei muito tempo para perceber isso, mas me arrependo de ter ido embora para longe quando mais precisavas de mim. Não vi você crescer e perdi bons momentos de sua vida... Eu era uma pessoa sem juízo e hoje sei que deveria ter ficado com você e sua avó. Deveria ter assumido minhas responsabilidades. Talvez eu fosse mais corajosa. Se tivesse enfrentado meus problemas de frente. Mas, não... Corri vergonhosamente deles. Naquela época eu não tive coragem suficiente para enfrentá-los. Você meu filho, não me chama de Mãe. Não o culpo por isso. Não fui uma boa mãe para você, acho que nem nunca fui aquela mãe que você tanto sonhava... A sua mãe sempre foi a minha mãe... Eu sempre soube disso, mas o ciúmes sempre me cegou... E o impedi de chamá-la de Mãe também... A mágoa ficou em teu peito, você sempre a guardou para si. A maioria de seus abraços são desprovidos de amor... Amor filia...
Comentários
lindo poema! Uma pena ter postado com um dia de atraso! Mil visitas vieram aqui ver seu PRAZER e não encontraram!
Beijos, e no próximo dia 15 não deixe de participar, postando na primeira hora!
Seu blog está tão lindo.
Uma graça.
Bjs.
Sandra
Eu já adicionei o item seguidores, agora você ja pode me acompanhar.
Não havia entendo antes o que você queria.
Desculpe.
tudo em dia agora.
Sandra