MARCAS DA INFÂNCIA

Começar a semana com dados tão gritantes, de violência contra seres tão indefesos quanto as crianças dói-me o coração, mas são necessários para se saber como podem existir tantos monstros entre nós e nem nos damos conta disso...
Quem pensaria que caminha ou convive com um monstro?
Se fosse possível ler a mente das pessoas, veríamos cada absurdo... Pense aí!
A última grande violência é a "bruxa" da procuradora Vera Lúcia que agredia uma bebê de apenas 2 anos: "Eu chamei a menina de cachorra mesmo", disse ela na entrevista ao Fantástico ontem e a Revista Veja dessa semana!
Mas... Vamos ao números preocupantes...
MARCAS DA INFÂNCIA
Excluindo as causas genéticas, a agressão doméstica na infância é o principal fator desencadeante dos transtornos mentais em geral:
46% das crianças agredidas tornam-se dependentes do álcool.
44% das vítimas desenvolvem pelo menos um transtorno de conduta até a adolescência. Entre os mais comuns, estão mentir com frequência, roubar, incitar brigas e maltratar animais.
37% apresentam algum tipo de fobia ao longo da vida.
32% sofrem episódios recorrentes de depressão.
Fonte: Antonio de Pádua Serafim, psicólogo forense do Hospital das Clínicas e Guilherme Polanczyk, psiquiatra da Universidade de São Paulo.
Quem pensaria que caminha ou convive com um monstro?
Se fosse possível ler a mente das pessoas, veríamos cada absurdo... Pense aí!
A última grande violência é a "bruxa" da procuradora Vera Lúcia que agredia uma bebê de apenas 2 anos: "Eu chamei a menina de cachorra mesmo", disse ela na entrevista ao Fantástico ontem e a Revista Veja dessa semana!
Mas... Vamos ao números preocupantes...
MARCAS DA INFÂNCIA
Excluindo as causas genéticas, a agressão doméstica na infância é o principal fator desencadeante dos transtornos mentais em geral:
46% das crianças agredidas tornam-se dependentes do álcool.
44% das vítimas desenvolvem pelo menos um transtorno de conduta até a adolescência. Entre os mais comuns, estão mentir com frequência, roubar, incitar brigas e maltratar animais.
37% apresentam algum tipo de fobia ao longo da vida.
32% sofrem episódios recorrentes de depressão.
Fonte: Antonio de Pádua Serafim, psicólogo forense do Hospital das Clínicas e Guilherme Polanczyk, psiquiatra da Universidade de São Paulo.
Comentários
Assisti o fantástico aqui pela globo internacional e fiquei chocada com a entrevista daquela bruxaprocuradora, e ela ainda disse que se acha bonita,se vangloriou dos kgs perdidos...
A realidade é que os dados indicam que esssas crianças violentadas na infância nem elas e nem nós podemos esperar que sejam adultos do bem, muitas nw conseguem superar tamanha violência e acabam sem esperanças de um futuro bom.
Nw estou generalizando,sempre há excessões, mas são poucos,infelizmente!!!!
Um beijao
Confira aqui:
http://elasestaolendo.blogspot.com/2010/05/ricardo-filho-nosso-autor-do-mes.html
Nao achei nenhum comentario seu.
Bjao