Pedro, Filho amado, hoje sei o quanto és importante para mim e para a minha vida... Levei muito tempo para perceber isso, mas me arrependo de ter ido embora para longe quando mais precisavas de mim. Não vi você crescer e perdi bons momentos de sua vida... Eu era uma pessoa sem juízo e hoje sei que deveria ter ficado com você e sua avó. Deveria ter assumido minhas responsabilidades. Talvez eu fosse mais corajosa. Se tivesse enfrentado meus problemas de frente. Mas, não... Corri vergonhosamente deles. Naquela época eu não tive coragem suficiente para enfrentá-los. Você meu filho, não me chama de Mãe. Não o culpo por isso. Não fui uma boa mãe para você, acho que nem nunca fui aquela mãe que você tanto sonhava... A sua mãe sempre foi a minha mãe... Eu sempre soube disso, mas o ciúmes sempre me cegou... E o impedi de chamá-la de Mãe também... A mágoa ficou em teu peito, você sempre a guardou para si. A maioria de seus abraços são desprovidos de amor... Amor filia...
Comentários
Beijos
Meus aplausos á você pela brilhante participação.
E volte sempre que quiser e puder, ok.
É sempre um enorme prazer receber os amigos nesse projeto.
Boa semana.
Bjs.:
Sil
http://meusdevaneiosescritos.blogspot.com.br/
Sentimentos lindos perpassa em sua interpretação... legal!!!
Bjm fraterno e quaresmal
Quando vi a imagem, também pensei em Clair de Lune.
Abraços
Marina