19 abril 2009

Uma História de Amor

Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar seu outro filho Michael, com três anos, a se preparar para a chegada do bebê. Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravides se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então a cada minuto uma contração.
Entretanto, surgiram algumas complicações e trabalho de parto de Karen demorou horas. Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana. Até que, enfim depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu. Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary. Os dias passaram. A menininha piorava.
O médico disse aos pais: _ Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças.
Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral. Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso Michael, todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer sua irmãzinha. Eu quero cantar para ela! - ele dizia. A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva. Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu: _ Ele não irá embora até que veja a irmãzinha! Ela levou Michael até a incubadora. Ele olhou para aquela "trouxinha" de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar com sua voz pequenininha:
_ "Você é o meu sol, meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..."
Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizar. Karen encorajou Michael a continuar cantando.
_ "Você não sabe, querida, quanto te amo Por favor, não leve meu céu embora..."
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. O bebê começou a relaxar.
_ Cante mais um pouco Michael, pedia a mãe. A enfermeira começou a chorar.
_ "Você é o meu sol, meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro... Por favor, não leve meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa... os médicos chamaram simplesmente de "milagre". Karen chamou de "MILAGRE DO AMOR DE DEUS".
O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO!!!

(TEXTO EXTRAÍDO DO INFORMATIVO Mala Direta 16/04/2009)


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